Arenque, Peixe de Água Salgada

Os peixes de Arenque são pequenos peixes considerados gordurosos, e a gordura está dispersa por toda a sua carne, é um peixe do gênero Clupea e são encontrados nas águas temperadas e rasas das regiões do Atlântico Norte, bem como também no Mar Báltico e o Pacífico norte.

São três espécies do Peixe Arenque que existem na natureza, mas a mais abundante é a do arenque do Atlântico. Estes peixes geralmente se deslocam em grandes cardumes chegando nas costas da Europa e na América do Norte durante a primavera, onde são capturados, posteriormente salgados e defumados em maiores quantidades.

Os predadores comuns dos peixes de Arenque.

É importante citar que dentre todos os predadores de arenques adultos, podemos citar as aves marinhas, bem como os golfinhos, marsuínos, leões marinhos, focas, e os humanos. Peixes maiores como o tubarão, o atum, o linguado gigante, entre outros tipos de peixes se alimentam também dos arenques adultos.

Com relação aos seus hábitos alimentares podemos citar:

Com relação aos hábitos alimentares dos arenques juvenis, é importante citar que eles se alimentam dos chamados fitoplanctons, e quando adultos começam a se alimentar dos organismos maiores.

Os copépodos bem como outros crustáceos minúsculos são os seres vivos que servem de alimento para os arenques.

Nos períodos de luz do dia, os arenques procuram por um refúgio de forma segura das águas profundas, vindo para se alimentar na superfície somente durante à noite, quando existe uma chance menor de predação. Eles ainda nadam juntos com as suas bocas abertas, filtrando assim o plâncton da agua que passa por suas brânquias filtrando assim o oxigênio.

Na culinária o peixe é conhecido como fonte de alimento desde 3000 anos antes de Cristo, e existem várias formas de se servir o peixe e uma infinidade de receitas diferenciadas regionais. Eles podem ser servidos de forma crua, em conserva, ou desidratados por várias técnicas.

 

Garoupa, Peixe Bastante Conhecido no Nosso País

Aqui no Brasil o Peixe Garoupa é bastante conhecido, seja por seu corpo gordo, cabeça grande com relevos e espinhas, além de uma boca enorme e um pedúnculo em nadadeiras caudais curta e grossa. Esta é uma espécie que se encontra em todo o litoral brasileiro, sendo muito encontrado em fundos de corais e rochas, onde há o hábito desta espécie se esconder.  A grande parte das garoupas possuem suas cores mais do que brilhantes e padrões de uma coloração especial, o que oscila conforme cada espécie.

Características do Peixe Garoupa.

O Peixe Garoupa é uma espécie que pode atingir um comprimento de mais de um metro. E no caso da Garoupa de espécie Epinephelus marginatus conta com um corpo e a sua coloração de forma parda e avermelhada, com uma presença de manchas esverdeadas nos flancos, formando algumas faixas verticais.

Em seu ventre temos tonalidades amarelas, e nadadeiras arredondadas e escuras, com bordas claras. Esta é a garoupa que está estampada ao verso da moeda brasileira de R$ 100.

Sobre a reprodução do Peixe Garoupa

Todas as espécies de Garoupa são hermafroditas, contando com órgãos sexuais tanto masculinos como femininos, em contrapartida alguns dos tipos se encontram ativos em um ponto determinado de sua vida.

Aos primeiros estados de maturação sexual deste peixe ele é fêmea, e posteriormente se converte em macho. São animais que produzem uma grande quantidade de ovos de ordem planctônicas e durante a sua metamorfose para juvenis tende a encontrar um território devidamente adequado, já que geralmente os peixes adultos são considerados demersais.

Estes são predadores sempre ativos, que se alimentam de peixes, lagostas, camarões, ouriços, moluscos, lulas, entre outros.

Por contar com uma carne altamente saborosa e macia, temos as garoupas como peixes mais do que apreciados na culinária. A partir disto temos a devida importância para a sua pesca e algumas das espécies criadas de forma exclusiva nas zonas costeiras.

 

Conheça o Peixe de Água Salgada, Hadoque

O Peixe Hadoque é um peixe marinho que pode ser encontrado em ambos os lados da costa do Oceano Atlântico, e é comum apenas nesta região do planeta. Conheça um pouco mais sobre esta espécie, como suas características e outras informações.

Sobre as características dos Peixes Hadoque.

Os peixes Hadoque são peixes considerados como semelhantes ao bacalhau. Normalmente ele é encontrado em profundidades entre 40 a 133 metros, podendo chegar a mais de 300 metros de profundidade.

Uma pontuação importante é que as espécies mais jovens, como características preferem águas mais superficiais, enquanto que os peixes que são mais velhos, preferem águas mais profundas. Seu habitat compreende as temperaturas equivalentes entre 2 a 10 graus.

Sobre a sua migração e desova.

Os métodos de migração dos peixes Hadoque não são muito conhecidos. Seus locais preferidos de desova são encontrados ao largo do mar da Noruega, em uma área praticamente equidistante de costas, entre elas na Islândia, nas Ilhas Faroés, e na Noruega.

Sobre a utilização culinária do Peixe Hadoque.

No norte da Europa em regiões do Reino Unido e da Noruega este peixe é conhecido como Arinca, onde é comercializado em muitas formas, entre elas o peixe fresco, defumado, seco, congelado ou até mesmo em conserva.

Sua carne é branca e de boa qualidade, o que poderá ser cozinhada de várias formas como ocorre com o bacalhau fresco. A firmeza deste peixe é o que determina a sua frescura. Quanto mais fresco o peixe estiver, mais firme sua carne e translúcida.

Bem ao contrário do que acontece com o bacalhau, o processo de salgar o arinca não funciona muito bem, em alternativa ele poderá ser utilizado de forma seca ou defumada.

Na Noruega este peixe é um ingrediente principal de almôndegas de peixes locais.

Já no Reino Unido este peixe é muito utilizado para preparar o prato Fish and Chips.

 

Conheça Alguns Tipos de Peixes Para Aquários Marinhos

Peixes de água salgada para serem postos em um aquário, requerem tipos de cuidados até certo ponto diferentes dos que são feitos com os peixes que vivem em água doce. Um aquário de água salgada é vistoso, costuma ser mais atraente aos olhares do que um de água doce, justamente pela gama de opções que nele podem ser exploradas. Um aquário de água salgada, por exemplo, permite que o aquarista inclua peixes, invertebrados, corais, plantas marinhas, e uma infinidade de outras formas de vidas aquáticas.

Dentre as espécies de peixes de água salgada, as quais podem deixar o aquário mais exuberante, estão as categorias dos “anjos marinhos”, a dos “tangs”, também chamados de “cirurgiões e unicórnios”; os “palhaços”, as “borboletas”, “donzelas”, “gobies”, “blennies”, outras espécies e os invertebrados.

 

 

Peixes de Água Doce Que São Colocados em Aquários de Água Salgada?

É importante saber se é possível colocar peixes que são oriundos de água doce em aquários de água salgada e vice-versa. Segundo especialistas – e esta informação consta até mesmo no site do Ministério de Energia dos Estados Unidos – por volta de 2% das 21 mil espécies classificadas podem passar de água doce para salgada, ou o inverso. No site, eles citam inclusive como exemplo os casos do salmão e das enguias, aos quais adjetivam de “notáveis”. Tais peixes apresentam um tipo de mecanismo bastante peculiar – que os auxiliam na excreção e/ou absorção do sal. Contudo, se pensarmos em uma maioridade de peixes, eles certamente morreriam caso fossem postos em tanques de águas que não sejam as de seus habitats naturais.

A permissão ou não que a natureza oferece para que um peixe possa ir de um tipo de água a outra e não permita isto a todos se deve a um processo chamado de difusão e outro de osmose. A difusão é um processo pelo qual certos peixes podem passar, trata-se de um tipo de concentração de energia mais baixa ou mais elevada. Isto significa dizer que peixes de água doce que são postos em tanques de água salgada possuem moléculas em seus corpos podem passar através de suas membranas e acabam perdendo água. E tal mudança, provoca inevitavelmente a morte do animal.

Já a osmose é a passagem de uma região de elevada concentração para baixa. Em outras palavras, se um peixe de água salgada for posto em um tanque com água doce, ocorre o oposto da difusão: as moléculas não saem através das membranas, e há um considerável aumento delas no corpo. O que também levaria o peixe à morte.

Por conta disso, pode-se concluir que embora tenha ocorrido evolução de animais ao longo dos séculos, peixes de água doce não podem viver em água salgada, de maneira geral. Se há algumas poucas exceções, é por que a natureza talvez tenha sido muito generosa com eles.

 

Os Peixes Borboletas de Água Salgada

Há uma diversidade de espécies que podem ser postas nos aquários. Isto serve tanto para os de água salgada quanto de água doce. Vale, para a escolha, o gosto pessoal e os cuidados que cada espécie irá demandar aos seus futuros donos.

E quem vai de fato ter um aquário em casa, deve ter a preocupação de saber como se comporta cada espécie de peixe escolhida para alegrar o reservatório. Cada peixe demanda um cuidado específico – um dos erros mais comuns é crer que basta colocar o peixe no reservatório, alimentá-lo e fazer a troca de água ou limpeza do tanque que estará tudo certo. Engana-se, completamente quem pensa dessa forma. E, quem vai enveredar no tanque de água salgada terá mais trabalho ainda pela frente. De fato, são mais vistosos do que os de água doce. Contudo, as espécies de peixes são mais delicadas no trato e alguns exigem cuidados especiais.

Por exemplo, uma classe bem interessante para ser colocado num aquário de água salgada são os peixes borboletas. Há diversas subespécies de borboletas, que são conhecidos cientificamente como chaetodon striatus,  uma espécie de peixes tropicais marinhos da família chaetodontidae,genericamente conhecido por várias denominações. Dentre eles há o cooper band sendo tido como um dos mais difíceis de serem cuidados em um reservatório. Isto porque esta espécies é altamente exigente no que concene à alimentação: comem apenas artêmias vivas.

Outra subespécie é o borboleta rostratus. Tido como altamente sensível e de difícil adaptação. Por essa razão, não é aconselhável que aquaristas inexperientes adquiram este tipo de peixe, pois ele morre com muita facilidade. Embora ele seja lindíssimo – possui um focinho longo para retirar alimentos dos corais – somente arrisque se conhecer ou tiver a possibilidade de cuidar corretamente do exemplar.

Outro tipo que atrai muito aos olhares dos aquaristas é o borboleta vôngole. Um dos poucos que podem ser mantidos junto aos corais. É importante que sejam colocadas conchas dentro do aquário para que ele exercite o hábito natural de abri-las e, dessa forma, se alimentar. São exóticos, lindos, mas de difícil trato.

 

Como Montar um Aquário Para Peixes de Água Salgada

Peixes de água salgada para serem postos em uma quário, requerem tipos de cuidados até certo ponto diferentes dos que são feitos com os peixes que vivem em água doce. Um aquário de água salgada é vistoso, costuma ser mais atraente aos olhares do que um de água doce, justamente pela gama de opções que nele podem ser exploradas. Um aquário de água salgada, por exemplo, permite que o aquarista inclua peixes, invertebrados, corais, plantas marinhas, e uma infinidade de outras formas de vidas aquáticas.

Muitas pessoas que curtem ter animais de estimação em casa, acabam optando por ter aquários simples, por estes serem relativamente fáceis de cuidar e não exigirem muito espaço. Em tempos de moradias pequenas, isto é mais do que aceitável. A opção acaba se estendendo também aos peixinhos, já que não são quaisquer tipos de peixes que se adequam a todos os tipos de aquários. Os aquários marinhos são bem mais trabalhosos e difíceis de serem montados do que os de água doce. Então, vale a seguinte regra: somente monte um aquário de água salgada se tiver algum tipo de experiência anterior.

Atarefa requererá paciência e muito, mas muito conhecimento prévio. Não saia montando aquário de água salgada sem ter lido algumas várias orientações. A primeira tarefa será entender que, os tamanhos para aquários de água salgada não seguem padrões dos de água doce. Isto se deve ao fato de que os peixes de água salgada necessitam, obrigatoriamente, de bastante espeço para nadar e conviver confortavelmente com as demais espécies que são postas no reservatório. A proporção que deverá ser respeitada é a de 2,5 centímetros de peixe para cada 11 litros de água. Então, faça sempre a s contas. Um tanque, não poderá ter menos do que 180 litros.

O equipamento básico para a montagem de um aquário de água salgada, também difere do da água salgada. Isto ocorre porque os peixes marinhos precisam de um cuidado especial, se quiser dar a eles uma garantia de vida com qualidade. Uma lâmpada de espectro é o segundo elemento que deve ser comprado. O primeiro, obviamente, é o tanque. Rocha viva, areia aragonita para o leito do tanque, uma bomba de água, um hidrômetro, mistura de sais e um kit básico de teste que irá informar sobre os níveis de salinidade, pH e substâncias químicas no tanque são os demais que comporão o aquário.