Conheça Alguns Tipos de Peixes Para Aquários Marinhos

Peixes de água salgada para serem postos em um aquário, requerem tipos de cuidados até certo ponto diferentes dos que são feitos com os peixes que vivem em água doce. Um aquário de água salgada é vistoso, costuma ser mais atraente aos olhares do que um de água doce, justamente pela gama de opções que nele podem ser exploradas. Um aquário de água salgada, por exemplo, permite que o aquarista inclua peixes, invertebrados, corais, plantas marinhas, e uma infinidade de outras formas de vidas aquáticas.

Dentre as espécies de peixes de água salgada, as quais podem deixar o aquário mais exuberante, estão as categorias dos “anjos marinhos”, a dos “tangs”, também chamados de “cirurgiões e unicórnios”; os “palhaços”, as “borboletas”, “donzelas”, “gobies”, “blennies”, outras espécies e os invertebrados.

 

 

Subespécies Para Aquários Marinhos

Há uma diversidade de espécies que podem ser postas nos aquários. Isto serve tanto para os de água salgada quanto de água doce. Vale, para a escolha, o gosto pessoal e os cuidados que cada espécie irá demandar aos seus futuros donos.

E quem vai de fato ter um aquário em casa, deve ter a preocupação de saber como se comporta cada espécie de peixe escolhida para alegrar o reservatório. Cada peixe demanda um cuidado específico – um dos erros mais comuns é crer que basta colocar o peixe no reservatório, alimentá-lo e fazer a troca de água ou limpeza do tanque que estará tudo certo. Engana-se, completamente quem pensa dessa forma. E, quem vai enveredar no tanque de água salgada terá mais trabalho ainda pela frente. De fato, são mais vistosos do que os de água doce. Contudo, as espécies de peixes são mais delicadas no trato e alguns exigem cuidados especiais.

Entre os borboletas, por exemplo, há o chelmon, que é altamente territorialista, não comunitário, e não pode, de forma alguma, ser colocado com outros menores. Ele come todos sem nenhuma piedade, uma vez que faz parte de suas características morde, avanças, perseguir e comer os menores. Experiências entre os aquaristas não faltam . é muito comum ouvir um menos experiente que optou por exemplares do chelmon e se depararam, após alguns dias, com o aquários vazio” de outros espécimes menores. Sem contar que costumam demorar para aceitar comida congelada; comem apenas larvas e artêmias. Precisam ainda de bastante espaço, podem chegar até 20 centímetros de comprimento.

Já os da família donzela, também são charmosos e menos agressivos do que os que pertencem à família dos borboletas. Resistentes, vivem muito bem entre os corais, que, de fato, fazem parte de seu habitat natural. A coloração vai do azul claro ao verde escuro, isto dependendo da quantidade de luz que recém em suas escamas. Não são peixes do tipo que se assustam com facilidade. Até chegam a comer nas mãos do dono – costumam subir a superfície, por isso o recomendável é manter o aquário tampado. Estes, ao contrário dos borboletas, vivem bem em cardumes, não são considerados não comunitários. Mas não podem ser postos sozinhos, devem sempre ser colocados em torno de 5 a 6 exemplares. Entre dois ou três, irão disputar território.

Exemplares fêmeas costumam ficar bem agressivas.

Aquário Ideal Para o Peixe Borboleta

Os peixes borboletas são conhecidos pela beleza que apresentam. Brilhantes, coloridos, são peixes de água salgada, provenientes de recifes de corais, que exigem cuidados muito específicos ao serem colocados em um aquário. Primeiro, porque não são tão pequeninos quanto os peixes mais comumente encontrados nos aquários de água doce. O que leva a deduzir que precisam de aquários com mais de 200 litros de água. A escolha pelo tamanho do aquário vai depender da sub espécie a que pertencerá o peixe-borboleta a ser adquirido.

Os biólogos acreditam que haja mais de 100 espécies de peixes-borboletas nos mares onde costumam viver. Originário das águas do Atlântico tropical, possui nome científico haetodon striatus, é uma espécie de peixes tropicais marinhos da família chaetodontida. No Brasil, também é popularmente conhecido como beijo-de-moça, borboleta-listrado, carapiaçaba, castanhola, freire, paru, paru-mulato, parum, peixe-borboleta e quebra-prato. Seu nome se deve às cerdas encontradas nos membros da espécie. Podem ser encontrados ainda na costa  nordeste dos Estados Unidos.

Cada subespécie do peixe borboleta possui uma necessidade especial de espaço, por conta não apenas do crescimento, mas também por serem peixes ativos que “circulam” muito no interior do aquário. O recomendável é que o aquário onde este peixe será colocado tenha, pelo menos 208 litros, de acordo com a comunidade aquática.

E não é apenas em relação ao tamanho do reservatório que o aquarista deverá se atentar. Os peixes-borboletas precisam de alimentação bastante adequada. São exigentes e não se alimentam com qualquer ração ou peixinhos desidratados. E se alimentação não estiver adequada, bem como o espaço para quem possam nadar, eles podem chegar até mesmo ao óbito.

Antes de adquirir um exemplar, todos os especialistas recomendam: leia muito sobre o peixe-borboleta. Não são peixes, de uma espécie fácil de ser tratada, não se adequam a todo o tipo de espaço,  requerem uma temperatura próxima a do habitat natural, e não vivem em comunidade. Portanto, outros peixes podem vir a sofrer ataques por parte do borboleta, em particular se forem menores. O ideal mesmo é que o aquário possua mais de 285 litros. Também vale lembrar que, por serem peixes oriundos do universo marinho, precisam terem em seus aquários plantas e outros acessórios que remetam ao habitat natural. Não é possível colocar mais do que um exemplar num aquário, e se o reservatório for o primeiro a ser montado pelo aquarista, é melhor buscar uma outra opção de peixe.

Características Gerais dos Peixes Semi agressivos de Água Doce

Para quem irá montar um aquário de água doce, basicamente, há três tipos de peixes que podem ser escolhidos para preencher o vidro: os peixes comunitários, os semi – agressivos e os não- comunitários.

Os peixes semi- agressivos são conhecidos justamente por não seguirem a característica principal dos comunitários – eles não podem viver em comunidade. Estes peixes costumam atacar os peixes menores, mordem as nadadeiras daqueles que consideram ser intrusos em seus territórios. Perseguem os pequenos e chegam até mesmo a mordê-los ou a devorá-los. Um peixe bastante conhecido desta espécie é o chamado peixe-anjo, que de anjo nada tem. Para manter mais de um exemplar deste num aquário, o recomendado é que sejam comprados em pares, e sempre os mais jovens que costumam ser menos agressivos, ou mais “adestráveis”, que os exemplares mais velhos. Outro exemplo são os ciclídeos, que também devem ser mantidos com outros de espécies semi-agressivas ou sozinhos. Caso esta regra não seja seguida, os ciclídeos comem os demais que estiverem no aquário, até mesmo os exemplares menores da mesma espécie. É até possível misturar alguns exemplares de semi-agressivos com comunitários, mas atenção: observar se os peixes não estão estressados é fundamental para não encontrar o aquário “quase vazio”.

 

Peixes Para Aquários de Até 40 Litros

Nem todos os tipos de peixes podem ser colocados em qualquer tipo de aquário. Este é outro erro comum entre aqueles que se iniciam no aquarismo. Os peixes necessitam de espaço adequado para que o seu desenvolvimento se dê de acordo com a sua espécie. Também não se deve lotar um aquário com um número exagerado de peixinhos pequenos, apenas porque, aparentemente, eles não demandam de espaço, alimentação, oxigênio e nutrientes. Tudo isto deverá ser avaliado antes de qualquer compra de equipamentos.

Não se deve colocar qualquer tipo de peixe em qualquer tipo de aquário. Considerar-se-á que os peixes são adquiridos ainda muito jovens e vão se desenvolver. Alguns peixes de aquário de água doce podem chegar a vida adulta a medir até 25 centímetros. Um desses, jamais poderá ser colocado em um reservatório de 40 litros.

Peixes com barbatanas curtas, coloridos e pequenos são sempre os mais aconselháveis. Além de chamarem muito a atenção por conta do brilho e da cor, costumam ter uma vida muito ativa e se movimentarem com ligeireza dentro dos aquários. Uma espécie ainda pouco conhecida que foi obtida graças à manipulação genética, o glo-fish, apresenta umas linhas fluorescentes pretas que, ao receberem luz, brilham um diamante negro. Uma boa opção.

 

Como Preparar a Casa Para Receber um Peixe Betta

Quem está pretendendo ter um peixinho betta em casa, precisa antes de mais nada, saber um pouco sobre ele e quais cuidados que esta espécie costuma exigir. Isto permite que o peixinho possa viver mais tempo, e o seu dono ou dona, não terão alguns contratempos, que costumam ser normais em quem não tem as informações adequadas, antes de fazer a aquisição do animal.

Peixes também são animais de estimação e exigem, assim como todos os outros, cuidados específicos. Mesmo em caso de peixes como os bettas, que são peixes originários da Tailândia – lá, vivem em arrozais espalhados pelo país – e que se popularizaram aqui no Brasil, por serem vendidos, em particular, em feiras livres – necessitam de alguns cuidados para que tenham uma sobrevida maior.

Os bettas são largamente populares no Brasil por algumas razões. Primeiro, porque são baratos e podem ser comprados em qualquer feira ou pet shop. Segundo, costumam ser apreciados porque quem curte aquário, mas não possui muito tempo para cuidar, os bettas não exigem tratos muito específicos, apenas água limpa, cerca de um litro, um certo espaço para circularem e algumas plantinhas no fundo do aquário, que façam lembrar seu habitat natural.

Costumam ter uma personalidade agressiva, mas interagem bastante também. Quem vai adquirir um betta, precisa ter alguns cuidados com o ambiente, para melhor recebe-lo, evitando, assim, que o peixinho morra logo na primeira semana da estadia.

Para receber um betta, assim como outros tantos animais de estimação, é importante escolher um local apropriado para deixar o aquário. Um aquário com tamanho razoável também deve ser considerado. Eles gostam de espaço para circular. Evite, portanto, aqueles aquários “quadradinhos e pequeninos”.  Também procure usar equipamentos adequados como aquecedor com termostato.

Como bettas tem um habitat quase em temperatura ambiente, o ideal é que eles sejam mantidos numa água entre 24 e 27º. C. caso eles vivam em tanques com menos de 5 litros de água, não há nenhuma necessidade de se colocar um filtro para a limpeza da água. Também não é adequado que sejam postos elementos de decoração com pontas irregulares, pois eles podem rasgar as nadadeiras dos bettas, as quais são muito sensíveis. O melhor é que as plantas sejam naturais.

Um dos poucos – e melhores cuidados – é quanto a preparação da água para receber o peixinho. Use um condicionador de água e coloque água fresca no tanque onde o peixe irá viver. Bactérias existentes na água, assim como cloro, podem matar o seu peixinho. Fique ligado!

 

 

Como Cuidar de Aquário de Recifes

Peixes de água salgada para serem postos em um aquário, requerem tipos de cuidados até certo ponto diferentes dos que são feitos com os peixes que vivem em água doce. Um aquário de água salgada é vistoso, costuma ser mais atraente aos olhares do que um de água doce, justamente pela gama de opções que nele podem ser exploradas. Um aquário de água salgada, por exemplo, permite que o aquarista inclua peixes, invertebrados, corais, plantas marinhas, e uma infinidade de outras formas de vidas aquáticas.

Muitas pessoas que curtem ter animais de estimação em casa, acabam optando por ter aquários simples, por estes serem relativamente fáceis de cuidar e não exigirem muito espaço. Em tempos de moradias pequenas, isto é mais do que aceitável. A opção acaba se estendendo também aos peixinhos, já que não são quaisquer tipos de peixes que se adequam a todos os tipos de aquários. Os aquários marinhos são bem mais trabalhosos e difíceis de serem montados do que os de água doce. Então, vale a seguinte regra: somente monte um aquário de água salgada se tiver algum tipo de experiência anterior.

Agora, já possui conhecimento em aquários de água doce e quer ter um de água salgada, uma bonita – mas não fácil – opção de aquário é o de recife. Lindos aos olhos, estes aquários de água salgada são acrescidos de corais em seus interiores, durante a própria montagem inicial. Como estes tipos não focam apenas os peixinhos, mas também os corais e os invertebrados, é importante certificar-se de que a entrada de luz no aquário seja correta. A maioria dos aquários precisa de pouca luz, o que não acontece com este tipo de aquário marinho e de recifes. Além disso, é necessário que luzes de haleto sejam usadas de metais bem potentes, além de compactas, já que os corais, em especial os mais duros (isto serve para certos animais e moluscos que possam vir a habitar o aquário), não apenas gostam de luz mas necessitam dela para um desenvolvimento adequado e ainda, a sobrevivência.

Depois disso, é importante pensar sobre a salinidade. Embora seja um aquário de água salgada, deve-se manter o nível adequado de salinidade. Isto irá garantir a sobrevivência e saúde dos seres que no aquário estiverem vivendo. A taxa recomendável de salinidade é de 1,020, mas se variar até 1,030, não haverá problemas futuros.

Como Cuidar de Peixes Ornamentais

Muitas pessoas que curtem ter animais de estimação em casa, acabam optando por ter aquários simples, por estes serem relativamente fáceis de cuidar e não exigirem muito espaço. Em tempos de moradias pequenas, isto é mais do que aceitável. A opção acaba se estendendo também aos peixinhos, já que não são quaisquer tipos de peixes que se adequam a todos os tipos de aquários. Os aquários marinhos são bem mais trabalhosos e difíceis de serem montados do que os de água doce. Inclusive, eles somente podem receber peixes de água salgada. Caso contrário, a morte dos animais marinhos será certeira. Há na natureza apenas 2% dentre as 21 mil espécies catalogadas, que podem sofrer mudanças como esta: salmão e enguia. Então, a regra geral é sempre a que deverá prevalecer.

A tarefa de montar um aquário de água salgada requererá paciência e muito, mas muito conhecimento prévio. Não saia montando aquário de água salgada sem ter lido algumas várias orientações. A primeira tarefa será entender que, os tamanhos para aquários de água salgada não seguem padrões dos de água doce. Isto se deve ao fato de que os peixes de água salgada necessitam, obrigatoriamente, de bastante espeço para nadar e conviver confortavelmente com as demais espécies que são postas no reservatório. A proporção que deverá ser respeitada é a de 2,5 centímetros de peixe para cada 11 litros de água. Então, faça sempre a s contas. Um tanque, não poderá ter menos do que 180 litros. As escolhas das espécies que viverão no aquário deverão permear a demanda de cuidados e as preferências pessoais.

O mesmo valerá para alimentar o reservatório com o elemento principal: os peixes. Se estes forem ornamentais então, a tarefa será mais delicada ainda. Peixes ornamentais requerem cuidados tão específicos que não é recomendável que aquarista de primeira viagem optem por estes tipos de peixes. Muito menos por aquários de água salgada.

De modo geral, os biólogos apontam que para ter um aquário e peixes com boa saúde e longevidade, tudo vai depender, fundamentalmente, da qualidade da água e da alimentação que os peixes irão receber. Os chamados peixes ornamentais são os mais bonitos, que brilham mais, chamam a atenção e iluminam os olhos – suas cores e formas são diferentes do convencional.

Outro cuidado com os peixes ornamentais – a troca de água deverá ser realizada a cada mês e não deverá ser realizada totalmente. Os micro-organismos que estão presentes na água auxiliam na alimentação dos peixes e, sem a presença deles, poderá haver um desequilíbrio nutricional, fazendo com que o peixe adoeça ou até morra.