Peixe Anguillidae

Os peixes Anguillidae, ou peixes enguias de água doce, nada mais são do que peixes que pertencem a família das Anguillidae. Este tem um crescimento bastante lento e a vida longa, começando a vida no mar em seguida passam por vários anos em água doce. Estes animais finalmente voltam para o mar para a desova e depois disto morrem.

A grande maioria das pessoas tem medo destes tipos de peixes, tudo porque eles são parecidos com cobras, e tem um corpo viscoso para ajudar no deslizar da terra. Existem poucos relatos de enguias que atacam pessoas.

O contrário do que praticamente todos os peixes de água doce, as enguias possuem uma forma cilíndrica e longa, e nadadeiras anais. Além disto tem barbatanas peitorais e laterais mas sem nadadeiras pélvicas.

Este peixe tem seu corpo coberto por muco, e as enguias são muito escorregadias. Apesar de não parecer não ter escamas, no microscópio é possível ver um incrível mosaico de pequenas escamas sobre a sua pele coriácea e viscosa.

As enguias ainda podem viajar por terra, deslizando através de grama molhada para chegar a uma lagoa ou a um lago. Enquanto que sua pele fica úmida poderá absorver oxigênio através dela, sobrevivendo com isto longos períodos fora da água.

Existem ainda enguias albinas, em cores amarelo ou branco, e não tem uma coloração escura habitual nas suas costas para a camuflagem, e o pigmento amarelo ou branco se mostra claramente na água.

As enguias de água doce são encontradas em todo o mundo, e de 15 espécies que são reconhecidas, a maior parte delas acontece nos cursos de água que fluem para o oeste do Pacífico e Índico. Não existe ainda nenhum que possa desovar no leste do Pacífico ou do Atlântico Sul.

As enguias se alimentam á noite e utilizam seu poderoso olfato para localizar as prezas.

 

Aruanã-dourado, Peixe de Água Doce

Os peixes aruanã dourados são as várias variedades de peixes de água doce do gênero Scieropages. Podemos citar que algumas das fontes diferenciam estas variedades em diversos tipos de espécies, enquanto que com isto, outras consideram várias estirpes que pertencem em uma única espécie.

Estes peixes contam com vários outros nomes comuns, como por exemplo os língua óssea asiático, ou peixe dragão, devido a característica de sua carapaça.

O peixe é nativo do sudeste asiático, e o aruanã dourado habita rios de águas escuras que correm através de florestas pantanosas e áreas mais úmidas. Estes peixes adultos se alimentam de outros peixes, enquanto que os juvenis se alimentam mais de insetos.

São peixes muito populares em aquários e tem um significado especial e culturalmente falando para os chineses. Suas características e semelhança com o mítico dragão chinês tem resultados positivos e negativos quanto a conservação do peixe e as espécies que são ameaçadas.

O comportamento do peixe Aruanã – Dourado.

Saiba que os aruanãs dourados são peixes considerados paternais, além de serem incubadores de ovos utilizando assim a sua própria boca. Eles são peixes que demoram para atingir a sua maturidade sexual, e dificilmente se reproduzem em cativeiro.

Estes peixes são considerados quando vistos como um momento de sorte para as pessoas de culturas asiáticas. Este tipo de reputação geralmente decorre de uma semelhança com a espécie do dragão chinês, considerado um símbolo cultural do país.

Suas grandes escamas de aparência metálica e seu duplo barbilho são características interessantes, que parecem como escamas de dragões.

Para se criar o aruanã dourado em cativeiro é exigido um aquário grande, além disto eles são peixes territoriais e carnívoros, precisando ser alimentados com dietas de alta qualidade de carnes, como camarões e grilos. Geralmente se alimentam na superfície e não costumam atacar seus semelhantes.

 

Saiba Mais Sobre o Peixe Dojô

O Peixe Dojô, que também é conhecido como peixe cobra, é um peixe de água doce, nativo do nordeste da Ásia, em especial da China. Este é um peixe muito popular no aquarismo, por ser um agente limpador de fundos de aquários.

Este é um peixe que gosta muito de se enterrar principalmente durante o dia, já que é predominantemente notívago, mas nos casos da água ser muito fria, o peixe fica letárgico e assim permanece muito tempo enterrado.

O peixe Dojô geralmente não passa de oito centímetros em cativeiro, mas pode chegar a 20 cm na natureza. Este é encontrado em duas pigmentações naturais, uma delas com corpo mais listrado e outro com menos listras, em contrapartida outras colorações aparecem em cativeiro.

Curiosidades sobre a espécie.

Uma curiosidade deste animal é que muitos especialistas em piscicultura afirmam que ele possui habilidades meteorológicas, onde podem prever um tempo chuvoso por exemplo, quando começa a saltar para fora da água.

É um mito porém dizer isto, quando apresentam este tipo de comportamento, significa que a temperatura da água está acima do normal, já que o Dojô é um tipo de peixe de água fria, por seus rins precisarem deste tipo de água para sobreviver. É um animal bastante forte e resiste mais tempo sem água do que outros tipos de peixes.

Mesmo que seja um peixe fácil de se manter em aquários, o peixe Dojô requer alguns cuidados para que possa ter uma vida útil aumentada, e os deixar ainda mais vistos e mais vibrantes.

Sua alimentação ocorre de forma onívora, que aceita muito bem rações industrializadas em partilhas, as que são específicas para peixes de fundo, mas também gosta de se alimentar de proteínas vegetais e alimentos vivos por ao menos uma vez por semana, ou minhocas, artêmias, bloodworms ou caramujos.

Conheça o Peixe Esturjão

O Peixe Esturjão é o nome utilizado para determinar as espécies de peixes de várias espécies da família Acipenseridae. Este é um termo que inclui pelo menos 20 espécies de peixes conhecidas como esturjões e várias espécies que contam com nomes distintos.

Os peixes esturjões fazem parte de uma das mais antigas famílias de peixes ósseos existentes e conhecidas, são peixes nativos de rios, lagos e costas litorâneas em regiões tanto subtropicais como temperadas, mais encontrados na América do Norte.

Características físicas do peixe Esturjão.

Este é um peixe que possui um corpo alongado, ausência de escamas e muitas vezes grande porte. Não é incomum encontrar exemplares que passam 2 a 3,5 metros e algumas das espécies podem chegar a mais de 5 metros.

Alguns exemplares são exclusivamente de água doce, e dentre os que vivem em águas salgadas, são poucas as espécies que se distanciam de áreas costeiras. As espécies de peixe Esturjão são pescadas para extração de suas ovas, onde é feito o caviar.

Devido ao seu lento crescimento, e um longo período necessário para que ele atinja a maturidade, os esturjões são bastante vulneráveis a pesca excessiva bem como a outros tipos de ameaças como a poluição e mudanças de seu habitat.

A maior parte das espécies de peixe esturjão hoje, é considerada como vulnerável, em perigo ou em perigo crítico.

O Habitat do peixe esturjão e sua reprodução.

O peixe esturjão é encontrado em águas subtropicais e subárticas de regiões como a América do Norte e na Eurásia, e apesar de sua região habitada ser vasta, praticamente todas as espécies de esturjão estão altamente ameaçadas de extinção.

Não são conhecidas espécies que ocorram naturalmente em países como o Equador, África do Sul e região do Uruguai.

A grande parte das espécies, se reproduz em água doce e se alimentam em águas turvas e ricas deste tipo de nutriente dos estuários. Algumas espécies evoluíram e vivem exclusivamente em água doce.

Barrigudinho, O Peixe Guppy

O peixe Guppy é um bonito peixe ornamental que possui comportamento pacífico, este originário da América Central e da América do Sul com uma vida de mais ou menos dois anos, bastante utilizado e exposições aquarísticas.

Este é um animal ovovivíparo na família dos poecilídeos. Os machos adultos têm um tamanho de aproximadamente 5 centímetros e a fêmea 7 cm.

Sobre a distribuição e habitat do Peixe Guppy.

Este é um peixe que poderá ser localizado facilmente nos rios do Sudeste do Brasil, mesmo em águas poluídas, e são confundidos por leigos com girinos. Este tipo de peixe, em sua forma original conta com uma tonalidade cinzenta, mas a partir de diversos cruzamentos em cativeiro ele possui uma cor forte de vários tipos diferentes.

Dentre a sua distribuição e diversidade podemos citar que em ambiente natural, na América do Sul e no Caribe, este peixe geralmente é localizado em populações isoladas, habitando pequenos riachos e pequenos lagos.

A maior parte das espécies é localizada em países com clima tropical ou subtropical, formadas por peixes que fugiram para a natureza ou que foram introduzidos para ajudar no combate à malária, pois são comedores de suas larvas.

Sobre o comportamento do Peixe Guppy.

A grande variedade de padrões e cores é bastante significativa, entre várias populações em linhas albinas. E os que partilham o seu habitat com espécies de peixes predadores tem geralmente as cores mais vívidas, enquanto que os que não precisam lidar com este problema possuem cores mais fortes.

Muitas vezes os machos da espécie possuem comportamentos agressivos, como morder as barbatanas, e como acontece entre outras espécies, ou geralmente nas barbatanas mais vistosas como os escalares por exemplo.

Sobre a alimentação deste peixe, poderá ser alimentado várias vezes ao dia, desde que possam ser pequenas porções, este cardápio poderá ser bastante variado.

 

Peixe Jacundá, Peixe de Água Doce

O Peixe Jacundá, é um peixe de água doce, conhecido popularmente pelo mesmo nome, conta com a sua espécie distribuída em todo o Brasil. Saiba mais sobre informações e características da espécie logo em seguida.

Sobre o habitat e a alimentação.

O Peixe Jacundá é um tipo de peixe que habita os rios, bem como remansos de rios, lagoas, represas, e afins, estão sempre próximos de estruturas como paus, pedras e também próximos de outros objetos.

Sua alimentação ocorre basicamente de carne, sendo um carnívoro de animais pequenos, como pequenos peixes, camarões e outros animais invertebrados.

Sobre a sua reprodução e características do Peixe Jacundá.

É importante citar que a fêmea do Jacundá, em uma época de reprodução totalmente apresentada com colorações levemente vermelhas e próximas das nadadeiras anais. Os casais de Jacundá sempre costumam cuidar de sua prole em todo o período de desenvolvimento.

Com relação as características do peixe Jacundá, podemos citar que este é um peixe de escamas, que conta com seu corpo alongado, uma boca grande, com mandíbula um pouco maior do que um maxilar superior. Sua cabeça geralmente é coberta por pintas mais escuras, e a sua borda posterior de pré opérculo é serrilhada.

Este é um peixe que possui faixas escuras verticais em flancos e faixas longitudinais, um pouco mais escuras, e ao longo do corpo, que se estendem nos olhos até seus pedúnculos de nadadeiras caudais, e um ocelo que fica na parte superior do pedúnculo caudal. Este é um peixe que possui seu ventre avermelhado, podendo alcançar pelo menos 40 cm de comprimento e chega a atingir 900 gramas de peso.

Uma curiosidade interessante sobre a espécie é que ele atinge a sua maturidade sexual ao final do primeiro ano de vida. Alguns exemplares depositam os seus ovos em uma superfície limpa previamente, defendendo o território até que os ovos eclodam.

 

Conheça Mais Sobre o Peixe Lambari

Temos como Lambari, uma nomenclatura vulgar de diversas espécies de peixes de gênero Astyanax, da família Characidae, estas comuns nos rios, lagoas, e represas em todo o Brasil.

Seu tamanho médio é equivalente entre 10 a 15 centímetros, e possui um corpo em coloração prateada, e suas nadadeiras com cores que oscilam de acordo com a espécie. Os mais comuns são as colorações de amarelo, vermelho e preto.

São peixes considerados como uma iguaria e utilizados como iscas em pescas de peixes maiores. São também considerados onívoros, e servem de alimentação para vários peixes predadores.

Conheça algumas das características do peixe Lambari.

O peixe Lambari é um peixe de escamas, considerado como uma sardinha de água doce, possui seu corpo alongado, e um pouco comprimido. Sua boca é pequena, em forma de ventosa, e padrão de colorações que variam conforme as espécies encontradas.

É um peixe que raramente passa de 10 centímetros de comprimento, mas podem em raros casos chegar até 30 cm de comprimento. Muitos dos exemplares possuem uma tonalidade colorida diferenciada, o que é bastante valorizada nos mercados de peixes ornamentais.

Onde encontrar o peixe Lambari.

Este peixe é bastante conhecido como piava ou piaba no norte de matupiris e em regiões como do sudeste e centro oeste de lambaris do Sul, é um peixe encontrado em qualquer parte do Brasil.

Este é um peixe visto frequentemente em cardumes da Bacia Amazônica, e no Atlântico Sul, se espalhando por vários ambientes aquáticos, mas sua presença é mais percebida nas margens de riachos rápidos.

Para pescar este peixe, existem algumas dicas, que na maioria das vezes, estes são localizados em águas rasas e na chamada flor d’água em busca de alimentos que são trazidos pela correnteza. Estes podem ainda ser encontrados na mata inundada onde ocorrem as cheias dos rios.

 

Conheça o Peixe Lampreia

As Lampreias são consideradas como anádromas, ou seja, peixes que se reproduzem na água doce, em contrapartida que migram posteriormente para o mar para se desenvolver até quando adultos. Conheça um pouco mais sobre o peixe Lampreia e suas características.

Características do peixe Lampréia.

O peixe lampréia possui um corpo cilíndrico e liso, junto de um formato de enguia, cauda comprida e as escamas, estas que inclusive são excretoras de muco pelo seu corpo.

Sua boca surge em formato circular, e de diâmetro idêntico ao do seu corpo e é reforçada por um anel de cartilagem. Sua boca se apresenta repleta de dentes córneos, e uma língua raspadora e cartilaginosa, mas não conta com uma mandíbula.

Seu esqueleto apesar de não ser ósseo, conta com regiões cartilaginosas calcificadas em seu endoesqueleto, enquanto que a coluna vertebral é formada por corda dorsal, mas com pequenos reforços de ordem cartilaginosa, chamados de arcualia dorsal.

Diferenciais sobre a espécie.

A lampreia desde sua fase larvar pode viver até sete anos em rios onde nascem, e depois sofrem uma metamorfose para chegar em sua fase adulta migrando para o mar.

Quando estão em água salgada, se desenvolvem até atingir uma devida maturidade sexual, um processo que poderá chegar em um a dois anos para depois retornar a sua água doce, reproduzir e também morrer. Por período fértil, são gerados milhares de ovos pequenos, estes enterrados em ninhos, por cada uma das fêmeas sem uma reserva devidamente nutritiva.

Algumas das espécies se apresentam como parasitas que sugam o sangue de outros peixes por fendas abertas por uma língua raspadora. Esta é uma ação que serve como alternativa de locomoção. Este tipo de ação faz com que aos poucos, o sistema digestivo do animal atrofie, e passe a se dedicar apenas para uma reprodução.

 

Cuidados Com Peixes de Água Doce

Quem quer se enveredar pelos caminhos do aquarismo precisa, antes de mais nada, definir que tipo de peixe e de aquário quer ter em casa. O aquarismo é uma prática muito gostosa e relaxante, mas que exige, ao mesmo tempo, bastante paciência por parte de quem está iniciando. Isto de seve porque é importante acertar o tipo de peixe que será colocado no aquário, bem como o tipo de aquário que será montado. Há um conjunto de fatores que devem ser combinados para que o aquário seja um sucesso.

 

Para que o aquário tenha sucesso é preciso, primeiro, combinar os peixes que farão parte desse ovo universo. Alguns peixes não vivem bem em grupos, como é o caso do betta. Quem opta por este tipo de peixinho deve cuidar somente dele no aquário. E não adianta insistir. Dois bettas em um mesmo ambiente é motivo para luta, até um deles seja comido pelo outro. Outras espécies de peixes como malawi, tanganica e do bárbus sumatrano, só aceitam companheiros da mesma família. Eles são altamente territorialistas.

 

Outro detalhes que um novo aquarista deve-se atentar é a questão do local onde será colocado  o aquário. É importante que o lugar seja calmo e tenha boa iluminação. não é ideal montar um aquário próximo à janela, pois dependendo do tipo de aquário, há um aumento na produção de algas. Entretanto, é importante que o aquário receba boa iluminação, já que os peixes precisam dela para viver.

 

As condições da água também devem ser observadas semanalmente. Nunca troque toda a água de uma única vez, os peixes irão sentir a mudança e podem sofrer algum tipo de choque. Verifique também o Ph da água – se mais alcalino, se neutro, ou se ácido – e veja se combina com os peixes que foram escolhidos para viver naquele ambiente. Troque apenas 15% do volume total da água. Quanto à ração dada aos peixes, ofereça duas vezes ao dia, uma quantidade que possa ser consumida em no máximo dois minutos para que se evite acúmulo de matéria orgânica no fundo  do aquário.

 

Também é importante ficar atento ao comportamento dos peixinhos. Eles podem ficar doentes com qualquer alteração da água e da temperatura. Observe as nadadeiras, pele sem brilho, lesões nas escamas ou nos olhos, pouca movimentação e uma longa permanência no fundo do aquário são sinais de problema. Então, é bom ter olhos atentos – e não apenas contemplativos. Boas lojas funcionam como consultórios. Leve o peixe enfermo e siga as orientações de tratamento.

Peixes de Água Doce Que São Colocados em Aquários de Água Salgada?

É importante saber se é possível colocar peixes que são oriundos de água doce em aquários de água salgada e vice-versa. Segundo especialistas – e esta informação consta até mesmo no site do Ministério de Energia dos Estados Unidos – por volta de 2% das 21 mil espécies classificadas podem passar de água doce para salgada, ou o inverso. No site, eles citam inclusive como exemplo os casos do salmão e das enguias, aos quais adjetivam de “notáveis”. Tais peixes apresentam um tipo de mecanismo bastante peculiar – que os auxiliam na excreção e/ou absorção do sal. Contudo, se pensarmos em uma maioridade de peixes, eles certamente morreriam caso fossem postos em tanques de águas que não sejam as de seus habitats naturais.

A permissão ou não que a natureza oferece para que um peixe possa ir de um tipo de água a outra e não permita isto a todos se deve a um processo chamado de difusão e outro de osmose. A difusão é um processo pelo qual certos peixes podem passar, trata-se de um tipo de concentração de energia mais baixa ou mais elevada. Isto significa dizer que peixes de água doce que são postos em tanques de água salgada possuem moléculas em seus corpos podem passar através de suas membranas e acabam perdendo água. E tal mudança, provoca inevitavelmente a morte do animal.

Já a osmose é a passagem de uma região de elevada concentração para baixa. Em outras palavras, se um peixe de água salgada for posto em um tanque com água doce, ocorre o oposto da difusão: as moléculas não saem através das membranas, e há um considerável aumento delas no corpo. O que também levaria o peixe à morte.

Por conta disso, pode-se concluir que embora tenha ocorrido evolução de animais ao longo dos séculos, peixes de água doce não podem viver em água salgada, de maneira geral. Se há algumas poucas exceções, é por que a natureza talvez tenha sido muito generosa com eles.