Subespécies Para Aquários Marinhos

Há uma diversidade de espécies que podem ser postas nos aquários. Isto serve tanto para os de água salgada quanto de água doce. Vale, para a escolha, o gosto pessoal e os cuidados que cada espécie irá demandar aos seus futuros donos.

E quem vai de fato ter um aquário em casa, deve ter a preocupação de saber como se comporta cada espécie de peixe escolhida para alegrar o reservatório. Cada peixe demanda um cuidado específico – um dos erros mais comuns é crer que basta colocar o peixe no reservatório, alimentá-lo e fazer a troca de água ou limpeza do tanque que estará tudo certo. Engana-se, completamente quem pensa dessa forma. E, quem vai enveredar no tanque de água salgada terá mais trabalho ainda pela frente. De fato, são mais vistosos do que os de água doce. Contudo, as espécies de peixes são mais delicadas no trato e alguns exigem cuidados especiais.

Entre os borboletas, por exemplo, há o chelmon, que é altamente territorialista, não comunitário, e não pode, de forma alguma, ser colocado com outros menores. Ele come todos sem nenhuma piedade, uma vez que faz parte de suas características morde, avanças, perseguir e comer os menores. Experiências entre os aquaristas não faltam . é muito comum ouvir um menos experiente que optou por exemplares do chelmon e se depararam, após alguns dias, com o aquários vazio” de outros espécimes menores. Sem contar que costumam demorar para aceitar comida congelada; comem apenas larvas e artêmias. Precisam ainda de bastante espaço, podem chegar até 20 centímetros de comprimento.

Já os da família donzela, também são charmosos e menos agressivos do que os que pertencem à família dos borboletas. Resistentes, vivem muito bem entre os corais, que, de fato, fazem parte de seu habitat natural. A coloração vai do azul claro ao verde escuro, isto dependendo da quantidade de luz que recém em suas escamas. Não são peixes do tipo que se assustam com facilidade. Até chegam a comer nas mãos do dono – costumam subir a superfície, por isso o recomendável é manter o aquário tampado. Estes, ao contrário dos borboletas, vivem bem em cardumes, não são considerados não comunitários. Mas não podem ser postos sozinhos, devem sempre ser colocados em torno de 5 a 6 exemplares. Entre dois ou três, irão disputar território.

Exemplares fêmeas costumam ficar bem agressivas.