Peixes Ornamentais Para Aquário de Iniciantes

Para quem está enveredando pelo universo do aquariofilismo (ou aquarifilismo) – a prática de montar e cuidar de aquários e peixes -, precisa, antes de mais nada, colher o máximo de informações sobre os tipos de aquários existentes e quais são os cuidados necessários para cada um deles. A princípio é importante saber que os tipos de aquários, assim como os peixes, podem ser divididos em duas categorias – os aquários de água salgada e os de água doce.

Os aquários de água doce podem ser classificados como: plantado, tropical, ornamental e o comunitário. Este último, mais comumente encontrado e pode ser mais fácil de ser mantido.

Um aquário plantado é aquele cuja função básica é garantir o desenvolvimento de plantas aquáticas. Tanto é que, para se ter um tipo de aquário como este é importante conhecer como ele deve ser construído, antes de mais nada. O aquário plantado possui parâmetros e equipamentos fisio e químicos de água que estão exclusivamente voltados para o crescimento de certas plantas aquáticas.

O mesmo deverá ser feito em relação aos tipos de peixes que podem ou não ser colocados ou não nos vários tipos de aquários. É importante também considerar que, para iniciantes, não se deve trabalhar com todos os tipos de espécies de peixes, em particular os de água salgada. Isto se deve ao fato dos cuidados exigidos pelos variados tipos de peixinhos – nem sempre basta apenas trocar a água do aquário a cada mês, por comida e manter oxigenação adequada.

Uma boa opção de escolha de peixes para aquários de iniciantes são os peixes tropicais. Os da espécie dânio – pérola são levemente coloridos, alimentam-se de forma bastante variada, e, o melhor, toleram muito bem a água fria. O que para os iniciantes é uma vantagem, pois se houver algum engano quanto à temperatura da água, os peixes não irão morrer facilmente. Estes peixes são classificados como muito ativos, sociáveis. Vivem bem em grupos de seis ou mais exemplares. Mas precisam de um espaço relativo, pois precisam nadar para manterem-se ativos como são. E, gostam de nadar a partir do fluxo que é promovido através do filtro de água (este poderá ser externo e mecânico). Pacíficos, são classificados como comunitários.

Outros que podem ainda agradar àqueles que estão iniciando no universo do aquarismo são os peixes zebra e platy. Todos podem ser encontrados em lojas especializadas.

 

Como Cuidar de Aquário de Recifes

Peixes de água salgada para serem postos em um aquário, requerem tipos de cuidados até certo ponto diferentes dos que são feitos com os peixes que vivem em água doce. Um aquário de água salgada é vistoso, costuma ser mais atraente aos olhares do que um de água doce, justamente pela gama de opções que nele podem ser exploradas. Um aquário de água salgada, por exemplo, permite que o aquarista inclua peixes, invertebrados, corais, plantas marinhas, e uma infinidade de outras formas de vidas aquáticas.

Muitas pessoas que curtem ter animais de estimação em casa, acabam optando por ter aquários simples, por estes serem relativamente fáceis de cuidar e não exigirem muito espaço. Em tempos de moradias pequenas, isto é mais do que aceitável. A opção acaba se estendendo também aos peixinhos, já que não são quaisquer tipos de peixes que se adequam a todos os tipos de aquários. Os aquários marinhos são bem mais trabalhosos e difíceis de serem montados do que os de água doce. Então, vale a seguinte regra: somente monte um aquário de água salgada se tiver algum tipo de experiência anterior.

Agora, já possui conhecimento em aquários de água doce e quer ter um de água salgada, uma bonita – mas não fácil – opção de aquário é o de recife. Lindos aos olhos, estes aquários de água salgada são acrescidos de corais em seus interiores, durante a própria montagem inicial. Como estes tipos não focam apenas os peixinhos, mas também os corais e os invertebrados, é importante certificar-se de que a entrada de luz no aquário seja correta. A maioria dos aquários precisa de pouca luz, o que não acontece com este tipo de aquário marinho e de recifes. Além disso, é necessário que luzes de haleto sejam usadas de metais bem potentes, além de compactas, já que os corais, em especial os mais duros (isto serve para certos animais e moluscos que possam vir a habitar o aquário), não apenas gostam de luz mas necessitam dela para um desenvolvimento adequado e ainda, a sobrevivência.

Depois disso, é importante pensar sobre a salinidade. Embora seja um aquário de água salgada, deve-se manter o nível adequado de salinidade. Isto irá garantir a sobrevivência e saúde dos seres que no aquário estiverem vivendo. A taxa recomendável de salinidade é de 1,020, mas se variar até 1,030, não haverá problemas futuros.

Como Cuidar de Peixes Ornamentais

Muitas pessoas que curtem ter animais de estimação em casa, acabam optando por ter aquários simples, por estes serem relativamente fáceis de cuidar e não exigirem muito espaço. Em tempos de moradias pequenas, isto é mais do que aceitável. A opção acaba se estendendo também aos peixinhos, já que não são quaisquer tipos de peixes que se adequam a todos os tipos de aquários. Os aquários marinhos são bem mais trabalhosos e difíceis de serem montados do que os de água doce. Inclusive, eles somente podem receber peixes de água salgada. Caso contrário, a morte dos animais marinhos será certeira. Há na natureza apenas 2% dentre as 21 mil espécies catalogadas, que podem sofrer mudanças como esta: salmão e enguia. Então, a regra geral é sempre a que deverá prevalecer.

A tarefa de montar um aquário de água salgada requererá paciência e muito, mas muito conhecimento prévio. Não saia montando aquário de água salgada sem ter lido algumas várias orientações. A primeira tarefa será entender que, os tamanhos para aquários de água salgada não seguem padrões dos de água doce. Isto se deve ao fato de que os peixes de água salgada necessitam, obrigatoriamente, de bastante espeço para nadar e conviver confortavelmente com as demais espécies que são postas no reservatório. A proporção que deverá ser respeitada é a de 2,5 centímetros de peixe para cada 11 litros de água. Então, faça sempre a s contas. Um tanque, não poderá ter menos do que 180 litros. As escolhas das espécies que viverão no aquário deverão permear a demanda de cuidados e as preferências pessoais.

O mesmo valerá para alimentar o reservatório com o elemento principal: os peixes. Se estes forem ornamentais então, a tarefa será mais delicada ainda. Peixes ornamentais requerem cuidados tão específicos que não é recomendável que aquarista de primeira viagem optem por estes tipos de peixes. Muito menos por aquários de água salgada.

De modo geral, os biólogos apontam que para ter um aquário e peixes com boa saúde e longevidade, tudo vai depender, fundamentalmente, da qualidade da água e da alimentação que os peixes irão receber. Os chamados peixes ornamentais são os mais bonitos, que brilham mais, chamam a atenção e iluminam os olhos – suas cores e formas são diferentes do convencional.

Outro cuidado com os peixes ornamentais – a troca de água deverá ser realizada a cada mês e não deverá ser realizada totalmente. Os micro-organismos que estão presentes na água auxiliam na alimentação dos peixes e, sem a presença deles, poderá haver um desequilíbrio nutricional, fazendo com que o peixe adoeça ou até morra.

 

Como Colocar Peixe Gato em Aquário

Peixes pertencentes às famílias dos siluriformes e presentes na maior parte da América do Sul, a nomenclatura “bagres” é bastante genérica para a espécie, uma vez que há uma diversidade de variações dentro da própria família. Trata-se de um dos peixes que apresentam bastante influência na cultura norte- americana, devido ao fato de a maioria desses peixes serem bastantes semelhantes às feições de gatos – tanto é que são chamados de “catfishes”. As mandíbulas dos bagres lembram muito as vibrissas dos felinos, e mais do que isto, curiosamente, também apresentam as mesmas funções que nos felinos.

Os bagres são peixes marinhos, agressivos, e que apresentam hábitos bastante peculiares. São peixes noturnos e que vivem em geral no fundo do mar, em áreas bem profundas. Há mais de 2200 categorias classificadas, que estão distribuídas em mais de 40 famílias. Basicamente, são peixes que podem ser encontrados em quase todo o mundo, mas há uma predominância na América do Sul, onde se originaram. Também são peixes predadores. Por isso, quem possui um aquário marinho – os de água salgada – e/ou um de água doce (bagres podem viver tanto em água doce quanto salgada), não podem misturar este peixe com outros, em particular se forem menores, pois certamente serão comidos pelos bagres. Gostam de se alimentar, em especial, de artrópodes e vermes. São classificados, portanto, como peixes não comunitários.

Dentre os bagres há alguns que são mais curiosos dos que outros. Uma espécie que pode ser tida como “exótica” é o peixe-gato asiático invertido. Trata-se de uma subespécie incomum e bem rara. Nadam de cabeça para baixo com o intuito de pegarem comida na superfície da água. Esses são peixes que podem crescer muito, portanto, quem deseja cultivá-los, deverá ter alguns cuidados muito específicos com eles.

Um bagre mantido em aquário necessita de muito espaço. Por isso, os reservatórios mais indicados são os que ficam entre 200 a 400 litros. Pense bem, portanto, antes de colecionar este tipo de exemplar. Os bagres podem chegar até 30 centímetros de comprimento. E se isto acontecer, necessitará de um aquário maior ainda.

Quem não quer comprar um exemplar em lojas especializadas e curte pescaria, tem a opção de criar algumas armadilhas – que não ferem os peixes – para atrai-lo e levá-lo para o aquário. Para quem não sabe, armadilhas com finalidades especificas, são permitidas em alguns locais. As armadilhas deverão ser certificadas e verificadas constantemente para que os peixes não sofram ocasionalmente qualquer tipo de ferimento.

 

Aquários Para Decorar Sua Casa Além de Colecionar Lindos Peixinhos

Parte 1

Para quem acha que ter um aquário em casa dá muito trabalho, pode vir a ter uma grande surpresa e enganar-se. O crescimento do setor nos últimos anos mostra que não somente ter aquários em casa não demanda tanto trabalho como o aquariofilismo – hobby voltado para a prática de produzir, manter e até mesmo colecionar aquários e peixes – vem crescendo largamente nos últimos anos.

Esta mudança se justifica, em grande parte, por duas razões – a primeira é que o surgimento de novas tecnologias proporcionou uma facilidade em encontrar materiais para aquários, novas espécies de peixes e até mesmo o surgimento de mão de obra especializada para ajudar as pessoas a manterem aquários em suas casas. A segunda é que, a presença de um aquário numa casa dá um toque diferente à decoração do local. Em alguns casos, os aquários podem até mesmo substituir a presença de um quadro na parede.

Não importa se são grandes, médios ou pequenos. A presença de um aquário em qualquer que seja o ambiente da casa chama a atenção de qualquer visitante. Há quem garanta que até mesmo a presença dos peixinhos dinamiza mais o ambiente, uma vez que, a maneira de cada espécie, eles são capazes de reconhecer seus donos e interagir com os mesmos.

E não dá tanto trabalho quanto parece, aos olhos dos que não estão muito afinados com a prática. Há uma infinidade de espécies de peixes que não necessitam de grandes cuidados, nem mesmo da troca constante de água dos tanques e/ou reservatórios. Há tecnologias hoje que já permitem a uma filtragem da água sem a necessidade da troca semanal. E diversas práticas sustentáveis podem ainda ser aplicadas aos aquários. Existem empresas especializadas no ramo de aquariofilismo que vão semanalmente às casas de seus clientes técnicos que cuidam de tudo, por um preço altamente atrativo.

Os aquários como peças decorativas podem ser colocados no hall de entrada de apartamentos, em cantos de salas, em salas de estar e até mesmo acoplados diretamente nas paredes. Esta maneira, um pouco mais ousada, oferece um toque totalmente personalizado e charmoso à residência do aquariofilista.

Apenas é preciso entender que os materiais a serem utilizados na construção de qualquer aquário devem estar adequados ao tamanho deles, bem como ao tipo de peixe ou tipos, que os reservatórios receberão. Quer sejam de água doce, quer sejam de água salgada, precisam estar adequados a todas as especificações técnicas para que os peixinhos possam alegrar por muito tempo o ambiente. E sem sobressaltos.

Aquários Para Colecionar e Decorar o Ambiente

Parte 2

Muitas pessoas até desejam ter um aquário em casa, mas acabam falhando em suas primeiras tentativas por conta de falta de informação. Para ter um aquário em casa, sendo este a título de hobby ou para decorar o ambiente, é importante que alguns procedimentos sejam levados ao pé da letra, para que os peixinhos ali colocados não morram logo nas primeiras semanas.

Entre os procedimentos mais equivocados que as pessoas praticam está a questão da troca de água constantemente e mistura de peixes de diferentes phs num mesmo reservatório. E se a intenção for decorar e ao mesmo tempo divertir-se, é ideal seguir os procedimentos de construção de um aquário ao pé da letra, caso contrário, o resultado final serão apenas transtornos não desejados.

O primeiro passo para ter um aquário é decidir se este será de água doce ou salgada. Se, depois de algumas pesquisas a dúvida ainda persistir, lembre-se de que, embora os aquários de água doce tenham menos opções de peixes – costumam ser menos coloridos e, portanto, menos atraentes aos olhares – há uma facilidade no trato desta qualidade de aquário. Outra dica que deve ser incluída como preliminar é quanto ao tamanho do reservatório. Eles podem sofrer uma variação de vai de 5 galões de água a 100 galões. Na maioria das vezes, é importante fazer a escolha mediante o espaço a ser utilizado para a colocação do aquário. Nem sempre é possível colocá-lo em qualquer lugar, em especial para quem mora em apartamentos.

Aliás, para quem mora em apartamentos, há ainda um outro procedimento que deverá ser tomado antes de qualquer compra de equipamentos para a montagem do aquário – em alguns condomínios não há permissão para este tipo de elemento decorativo e/ou hobby. Isto de seve ao fato de que podem ocorrer vazamentos e, estragar o piso (no caso de imóveis alugados a permissão do proprietário do imóvel é fundamental), ocasionar algum tipo de infiltração em paredes e assim por diante.

Fazer visitas às lojas especializadas só é permitido a aqueles que fizerem todas as verificações iniciais. Depois, compre sempre produtos que apresentem especificações técnicas e que tenham garantia. Embora os investimentos não sejam grandes, não é viável correr o risco de ter todo o equipamento perdido.

Considere a hipótese de contratar o serviço para a instalação do aquário, principalmente se ele for de grande porte ou acoplado à parede. O custo benefício valerá à pena. Somente adquira os peixes após testar bombas e verificar que tudo está em ordem.

Dicas de Como Fazer Manutenção de Aquários

Para quem acha que ter um aquário em casa dá muito trabalho, pode vir a ter uma grande surpresa e enganar-se. O crescimento do setor nos últimos anos mostra que não somente ter aquários em casa não demanda tanto trabalho como o aquariofilismo – hobby voltado para a prática de produzir, manter e até mesmo colecionar aquários e peixes – vem crescendo largamente nos últimos anos.

Esta mudança se justifica, em grande parte, por duas razões – a primeira é que o surgimento de novas tecnologias proporcionou uma facilidade em encontrar materiais para aquários, novas espécies de peixes e até mesmo o surgimento de mão de obra especializada para ajudar as pessoas a manterem aquários em suas casas. A segunda é que, a presença de um aquário numa casa dá um toque diferente à decoração do local. Em alguns casos, os aquários podem até mesmo substituir a presença de um quadro na parede.

Não importa se são grandes, médios ou pequenos. A presença de um aquário em qualquer que seja o ambiente da casa chama a atenção de qualquer visitante. Há quem garanta que até mesmo a presença dos peixinhos dinamiza mais o ambiente, uma vez que, a maneira de cada espécie, eles são capazes de reconhecer seus donos e interagir com os mesmos.

E não dá tanto trabalho quanto parece, aos olhos dos que não estão muito afinados com a prática. Há uma infinidade de espécies de peixes que não necessitam de grandes cuidados, nem mesmo da troca constante de água dos tanques e/ou reservatórios. Há tecnologias hoje que já permitem a uma filtragem da água sem a necessidade da troca semanal. E diversas práticas sustentáveis podem ainda ser aplicadas aos aquários. Existem empresas especializadas no ramo de aquariofilismo que vão semanalmente às casas de seus clientes técnicos que cuidam de tudo, por um preço altamente atrativo. Eles verificam o ph da água, veem se as plantas estão nutridas e se há algum tipo de questão com os peixes. Além de reporem nutrientes à água, fazer a filtragem e outros.

Agora, para quem não quer dispor deste tipo de serviço, há algumas manutenções que as pessoas acreditam ser necessárias semanalmente, enquanto na verdade não o são. Trocas de água devem ser apenas mensais – no caso de muitas impurezas, o ideal é usar a técnica da sifonagem – com a qual se retira toda a sujeita depositada no fundo do aquário. Além disso, a sifonagem retira o nível de amônia da água, deixando-a mais limpa, mesmo com a agitação do cascalho no fundo. O aquário irá perder 30% da água, que deverá ser reposta por água condicionada. Mas antes, é importante deixar que esta água fique repousando ao menos um dia no sol, para perder todo o cloro.

Outra dica é usar os tradicionais filtros cujos rótulos trazem as instruções de seus fabricantes.